Na sexta-feira, 15 de agosto, o prefeito André Brito divulgou um vídeo em suas redes sociais, dizendo que estava assinando uma ordem de serviço para que todo o sistema de videomonitoramento eletrônico da cidade fosse renovado. O sistema atual não está funcionando há algum tempo.
Ao lado da vice-prefeita Rosi Santos, secretários municipais e os vereadores Ademir Fagundes (PDT), Cláudio Bastos (PDT), Sérgio Pereira (PDT), Luís Porto (PDT), Luciano Maria (PT), Aldo Gregory (PP) afirmou que a Brigada Militar e Polícia Civil foram parceiros e entusiastas para a contratação do serviço e que haviam sido fundamentais no processo.
O prefeito afirmou que as câmeras que ainda estivessem funcionando, de propriedade da Prefeitura, poderiam ser realocadas para lugares públicos. Além disso, André disse que havia sido muito trabalho e há cerca de um ano procurava solução para isso. “Buscando a forma, buscando o modelo, o entendimento de qual seria o melhor modelo e hoje chegamos neste denominador comum”, frisou.
Agradeceu aos presentes
Ainda no vídeo, André agradeceu aos vereadores e outros presentes. “Que mataram no peito, que sabiam de todo o trabalho que estava sendo realizado e foi graças ao empenho de cada um de vocês e a nossa equipe técnica da Prefeitura que nós podemos, hoje, estar reunidos com vocês”, disse o prefeito e completando, se dirigindo aos presentes. “Pela lealdade de saber que tudo tem o seu tempo, tudo tem seu regramento, tudo tem que seguir os processos e os trâmites, conforme determina a própria lei. E que souberam, às vezes, até ao serem alvos de crítica, mataram no peito e assumiram, porque sabiam, tinham conhecimento que a coisa estava sendo feita. Vocês mantiveram aquilo que era mais importante, a segurança da cidade, a estabilidade emocional, inclusive, da nossa população, com esse trabalho coletivo que nós fizemos e que hoje chega à conclusão”, discursou o prefeito.
O serviço
De acordo com informação divulgadas pela Prefeitura, Taquari terá 26 novas câmeras de videomonitoramento, através de contrato com a empresa DGT Tecnologia LTDA. “A empresa fará o serviço de captação, transmissão, processamento, armazenamento, backup, visualização, gestão de eventos e evidências digitais por câmeras, compreendendo locação de sistemas, para implementação de sistema digital de gestão de segurança e vigilância para atendimento à cidade de Taquari”, informou a administração.
Conforme divulgado, serão câmeras PTZ 360º com movimento pan-tilt-zoom e rotação de 360 graus. “Que permitem o monitoramento dinâmico de áreas amplas, com capacidade de zoom e rastreamento de alvos em tempo real; outras câmeras com alta definição de imagem, robustas e resistentes às intempéries, que permitem vigilância constante e dissuasão de delitos, além de fornecerem provas visuais confiáveis para investigação policial e câmeras com tecnologia de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR), possibilitando a leitura automatizada de placas de veículos, essenciais para controle de acesso, rastreamento de veículos suspeitos e apoio a operações de fiscalização, potencializando a atuação em tempo real das forças de segurança”, detalhou a Prefeitura.
O custo
Segundo a Administração, pelos serviços contratados serão pagos o valor de R$ 24.734,71 mensais, perfazendo a importância de R$ 296.816,52 no período de um ano. O regime é de comodato e o custo mensal inclui o uso, a manutenção e a operação dos sistemas. O contrato poderá ser renovado por até 10 anos, havendo interesse entre as partes. Após a entrega da ordem de serviço, realizada no dia 15 de agosto, a empresa tem 30 dias para iniciar a instalação.
De acordo com a Prefeitura, a substituição e ampliação será realizada através da Ata de Registro de Preços n° 469/2024, originária do Pregão Eletrônico nº 112/2024, Processo Administrativo nº 593/2024.
Saiba mais
Em maio, o vereador Leco Costa (Avante) denunciou, em sessão do Legislativo, que o sistema de videomonitoramento eletrônico não estava funcionando na cidade, e a informação foi confirmada pelas autoridades locais, que acrescentaram que fazia um bom tempo que o sistema estava inoperante, mas que estavam tratando de providências para resolver o problema.

