{"id":2582,"date":"2018-07-27T12:44:59","date_gmt":"2018-07-27T12:44:59","guid":{"rendered":"http:\/\/ofatonovo.com.br\/novo\/?p=2582"},"modified":"2018-07-27T12:44:59","modified_gmt":"2018-07-27T12:44:59","slug":"dsr-comunicacao-visual-iniciou-com-producao-de-faixas-artesanais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ofatotaquari.com.br\/ofato2\/dsr-comunicacao-visual-iniciou-com-producao-de-faixas-artesanais\/","title":{"rendered":"DSR Comunica\u00e7\u00e3o Visual iniciou com produ\u00e7\u00e3o de faixas artesanais"},"content":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da empresa DSR Comunica\u00e7\u00e3o Visual iniciou em meados dos anos 90, quando o empres\u00e1rio Deivid Souza do Ros\u00e1rio, na \u00e9poca com 12 anos, aceitou o pedido do padrinho, Leandro Medeiros, para fazer uma faixa convidando para um baile. At\u00e9 a\u00ed, seu pai, Valdemir Ros\u00e1rio, o Moso, produzia eventualmente para promo\u00e7\u00f5es da loja onde trabalhava como gerente, a Eloy Kern M\u00f3veis e Decora\u00e7\u00f5es, e para os eventos de um grupo de patina\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>O pedido do padrinho lhe causou surpresa, mas aceitou o desafio, embora at\u00e9 ali, apenas via o que seu pai fazia esporadicamente. \u201cFiz a faixa, quando entreguei, ele me pagou, da\u00ed vi que dava dinheiro\u201d, brinca.<br \/>\nEnt\u00e3o come\u00e7ou a confeccionar esse tipo de material publicit\u00e1rio. Naquela \u00e9poca, as faixas eram colocadas nas ruas, presas aos postes de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, mediam em torno de 4,00m x 0,70m e eram pintadas \u00e0 m\u00e3o. Levava de cinco a seis horas para ficar pronta e era feita num espa\u00e7o dentro da casa dos pais de Deivid.<br \/>\nCerca de dois anos depois, passou a produzir placas para empresas e, com o crescimento, p\u00f4de adquirir a primeira m\u00e1quina de recorte de adesivos, no valor de um mil d\u00f3lares. Passando a ter maiores trabalhos, principalmente no momento em que houve a troca da empresa Defensa para Milenia Agroci\u00eancias. \u201cEles precisavam de identifica\u00e7\u00e3o interna. Foi onde consegui comprar o primeiro equipamento, uma m\u00e1quina de recorte\u201d, lembra. At\u00e9 ent\u00e3o, os recortes eram feitos com estilete. Para obter o recurso para a compra do equipamento, juntou o dinheiro que ganhava na empresa com o da banda onde tocava teclado aos finais de semana.<br \/>\nO investimento possibilitou ampliar ainda mais a demanda de servi\u00e7o. Passou a focar no trabalho de impress\u00e3o, que era terceirizado. \u201cSempre fui contra essa terceiriza\u00e7\u00e3o porque eu n\u00e3o tinha controle de qualidade e de prazo de entrega\u201d, comenta. Neste momento, j\u00e1 se fazia necess\u00e1rio tamb\u00e9m trocar a primeira m\u00e1quina adquirida por outra maior, com 60 cm de largura. O trabalho seguiu crescendo e ganhando mais clientes.<br \/>\nEm 2009, quando a empresa tinha 14 anos de atua\u00e7\u00e3o, adquiriu sua primeira m\u00e1quina de impress\u00e3o, um grande avan\u00e7o para a \u00e9poca e, junto com ela, novas m\u00e1quinas de recorte com 1,20m e impress\u00e3o de crach\u00e1s\/cart\u00f5es.<br \/>\nAnos depois, passaram a trabalhar com campanhas pol\u00edticas em todo o Estado e viram-se obrigados a comprar, tamb\u00e9m, uma m\u00e1quina de impress\u00e3o de 3,20m de largura. \u201cEste \u00e9 o nosso canh\u00e3o\u201d, brinca. Com este equipamento, o trabalho ganhou agilidade e, por exemplo, a faixa de quatro metros que era feita em dois dias passou a ficar pronta em 20 minutos.<\/p>\n<p><strong>Empresa est\u00e1 h\u00e1 23 anos no mercado<\/strong><\/p>\n<p>Inicialmente, a empresa era no nome da m\u00e3e de Deivid porque ele n\u00e3o tinha idade para assumir. Em 2005, 10 anos ap\u00f3s o in\u00edcio, Deivid passou-a para seu nome. Ao todo, a DSR Comunica\u00e7\u00e3o Visual tem 23 anos de atividade em Taquari. Atualmente, trabalha com tudo o que for divulga\u00e7\u00e3o que dependa principalmente de impress\u00e3o em grandes formatos, como outdoor e fachadas, com cria\u00e7\u00e3o de artes e logomarca, em materiais como lona impressa ou em ACM (alum\u00ednio composto), al\u00e9m de acr\u00edlico, como trof\u00e9us, placas e grava\u00e7\u00e3o a laser.<br \/>\nA empresa ganhou uma sede pr\u00f3pria em 2009, com a compra da primeira m\u00e1quina de impress\u00e3o digital. Como o equipamento era grande, n\u00e3o havia como colocar dentro da casa. \u201cPara entrar, eu teria que derrubar a fachada da casa, colocar a m\u00e1quina e reconstruir a parede. Foi mais pr\u00e1tico construir o pr\u00e9dio e colocar ela pra dentro. Eu j\u00e1 tinha os terrenos comprados. Peguei dinheiro que tinha de reserva e emprestado com meus av\u00f3s para fazer o pr\u00e9dio e colocar a m\u00e1quina pra dentro\u201d. No come\u00e7o o pr\u00e9dio tinha 100 m\u00b2 e anos mais tarde dobrou de tamanho. A sede est\u00e1 localizada na Rua Bertholdo Kern, 970.<br \/>\nA empresa, que iniciou com apenas um funcion\u00e1rio, no caso Deivid, chegou a ter 10 em 2014, mas atualmente possui cinco empregados.<br \/>\nEm dezembro de 2010, a DSR recebeu, em Curitiba, no Paran\u00e1, o pr\u00eamio concedido pela revista Grandes Formatos, pela adesiva\u00e7\u00e3o do \u00f4nibus do Bolishow. A DSR estava entre as 80 empresas premiadas em todo o Brasil, tendo inclusive uma mat\u00e9ria divulgada na pr\u00f3pria revista sobre a hist\u00f3ria da empresa.<br \/>\nSobre a trajet\u00f3ria da DSR Comunica\u00e7\u00e3o Visual, destaca: \u201cn\u00e3o foi algo que eu tivesse me preparado para montar. Come\u00e7amos em casa e tivemos uma boa aceita\u00e7\u00e3o, uma clientela legal, qualidade no trabalho e o pre\u00e7o, que \u00e9 a \u00faltima coisa. O pessoal foi percebendo isto\u201d.<br \/>\nPara o futuro, ele quer melhorar a parte visual da empresa, tanto na entrada do p\u00e1tio como do pr\u00e9dio que n\u00e3o est\u00e1 acabado. \u201cTemos alguns produtos novos que estamos estudando para colocar no mercado. H\u00e1 uns dois anos come\u00e7amos a trabalhar com fachadas de ACM (Alum\u00ednio composto), que \u00e9 um produto novo. Acredito quem em mais um ano conseguiremos colocar para a rua estes outros produtos visando o mercado externo. Tamb\u00e9m, a atualiza\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas, para fazer mais em menos tempo visando principalmente reduzir os custos\u201d.<\/p>\n<p><strong>A farinha de trigo como coadjuvante<\/strong><\/p>\n<p>Por cerca de dois anos, as faixas de publicidade precisavam de tempo para ficarem prontas. \u201cLembro que muitas vezes levava o dia inteiro para fazer a faixa e depois mais dois dias para secar a tinta. Colocava num canto para secar, dava um vento e grudava. Tinha que fazer tudo de novo. Isso aconteceu in\u00fameras vezes\u201d, recorda. Em uma ocasi\u00e3o, a irm\u00e3 de uma colega passou no vestibular e encomendou uma faixa para o mesmo dia. \u201cExpliquei que n\u00e3o dava porque n\u00e3o seca a tempo. O pai dela insistiu para que eu fizesse porque na hora de secar viria me ajudar. Concordei para ver a m\u00e1gica que ele iria fazer. Avisei quando estava pronta e me pediu para colocar farinha de trigo em cima e, que se estragasse, pagaria de mesma forma. Larguei, enrolei e realmente funcionava. Depois de abrir, era colocar \u00e1gua e ficava tudo normal. N\u00e3o prejudicou em nada e dali em diante j\u00e1 comecei a fazer. Dava sujeira, tamb\u00e9m para quem comprava na hora de abrir, mas facilitou e agilizou a entrega\u201d. O m\u00e9todo da farinha foi usado por cerca de tr\u00eas anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da empresa DSR Comunica\u00e7\u00e3o Visual iniciou em meados dos anos 90, quando o empres\u00e1rio Deivid Souza do Ros\u00e1rio, na \u00e9poca com 12 anos, aceitou o pedido do padrinho, Leandro Medeiros, para fazer uma faixa convidando para um baile. 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