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Câmara aprova projeto que institui programa Empresa Amiga da Escola

O programa Empresa Amiga da Escola foi instituído por legislação municipal, aprovada por unanimidade na Câmara de Vereadores na noite da última terça-feira, 1º de junho. O projeto foi apresentado pelo vereador Aldo Gregory (Progressista) e possibilita que empreendimentos privados façam doações a escolas e creches municipais e recebam, como contrapartida, possibilidades de publicidade nas instituições e inclusão do selo do programa nos materiais de divulgação das empresas.

O objetivo é incentivar as pessoas jurídicas a contribuírem para a melhoria da qualidade do ensino na rede pública municipal. As doações podem ser feitas por meio de prestação de serviços ou entregas de materiais para obras, doação de livros, materiais de pesquisa científica, artigos esportivos, equipamentos, reforma e ampliação de prédios escolares, entre outras ações. A empresa poderá escolher as instituições de ensino que receberão a doação e fixar placa ou banner, como contrapartida, para fins publicitários, dentro da instituição de ensino ou nas imediações, demonstrando que é participante do programa. Além disso, pode incluir o selo Empresa Amiga da Escola em seus materiais de divulgação. É vedada a exploração da imagem dos alunos na rede municipal.
Para participar do programa, as pessoas jurídicas devem firmar Termo de Cooperação com a Prefeitura, onde constarão as condições a serem cumpridas pela empresa participante e o poder público, mediante aprovação e fiscalização do órgão competente.
Autor do projeto, Aldo Gregory (Progressista), comentou a matéria na tribuna. “A gente tem de exemplo a Adama, que faz muito nos Coqueiros. Eu tenho certeza de que outras empresas poderiam fazer o mesmo”, disse.
Todos os vereadores votaram a favor do projeto.

Orações pela Pastora Mara

No início da sessão, Leandro Mariante (PT) sugeriu que os vereadores fizessem uma oração pela ex-colega, Pastora Mara (PSDB), que esteve na Casa entre os anos de 2017 e 2020, além de disputar a última eleição municipal como candidata a vice-prefeita. Liderança local, Mara está hospitalizada, e o desejo de melhoras à saúde da ex-vereadora foi ressaltado no plenário. Felipinho (PSB) opinou que fosse feita homenagem à pastora quando ela saísse do hospital, colocando sua foto na galeria de ex-vereadoras, que está desatualizada. “Se Deus quiser, ela vai ficar recuperada e a gente vai fazer essa homenagem pela importância que a Mara tem para esta Casa”, disse.
Sérgio Pereira (PDT) também pediu orações pela saúde da ex-vereadora e contou que os dois foram colegas na época da escola. “A Mara sempre foi uma grande líder. Sei o quanto ela é liderança nas ações de que participa. Eu peço que, independente de qualquer religião, a gente se una em oração pela nossa querida vereadora Pastora Mara”, falou.

O lamento à privatização da Corsan

O presidente da Casa, Luís Porto (PT), falava na tribuna sobre a importância de manter a pressão contra a PEC-280, que extingue a necessidade de plebiscito para a privatização das estatais Corsan, Banrisul e Procergs, quando foi avisado de que o projeto acabava de ser aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. “A gente tomou esse golpe já premeditado. Foi feito o movimento que se pôde em cima das bancadas, o pessoal do PT votou todo contra, tentou com liminar, mas infelizmente fomos traídos pelo governo”, considerou Luís Porto. Felipinho (PSB) disse que também foi pego de surpresa com a aprovação do projeto e contou que um dos deputados que havia sido contra a matéria no primeiro turno acabou virando o voto e, assim, o governo conseguiu a aprovação da PEC.
Leandro Mariante (PT) disse que sabia que isso iria acontecer. “Agora a pauta virou, é como fazer a melhor privatização possível. Vamos ter que trabalhar na base para que Taquari tenha um bom contrato. Na água ainda tem um bom retorno, mas na hora que tiver que levar saneamento para todos, a situação toma outra envergadura”, relatou.

Posto de Júlio de Castilhos segue na pauta

Macau (PDT) parabenizou a colega Ana Paula (PT) por falar sobre a demanda de reabertura do posto de saúde de Júlio de Castilhos. “Aquele posto aberto abrangeria não só Júlio de Castilhos, mas Fazenda Porto, Bom Jardim e Passo do Juncal. O ônibus lá é só uma vez por semana e, pelo horário de ida e volta, eles têm só uma hora na cidade. Seria de grande importância para a comunidade”, ressaltou.
A vereadora também se preocupa com pessoas em situação de moradia na rua. “Eu fiz uma indicação pedindo um albergue para morador de rua, algo provisório, pelo menos para este inverno frio”, contou.

Demandas na educação

Ana Paula (PT) levou demandas do setor de educação e apresentou indicações ao governo Municipal. Uma das propostas é de ampliar o atendimento das salas de recursos multifuncionais. “Este foi um investimento feito no governo Maneco e André, com salas de recursos multifuncionais para atender crianças com deficiência, com profissional devidamente habilitado, em todas as escolas municipais. O que a gente quer é que tenha na educação infantil também, porque quanto antes as crianças possam ser atendidas e as famílias orientadas, melhor”, considerou.
Leandro Mariante (PT) destacou que a área exige expressivo volume de recursos financeiros. “Estamos há quatro anos investindo pesado na educação. Tem um fluxo grande de trabalho, mas ainda temos grandes demandas”, opinou.

Trânsito

Os problemas no trânsito voltaram à pauta na tribuna. José Harry (PDT) falou sobre o aumento da circulação de veículos e necessidade de reforço de sinalização e placas indicativas com os nomes das ruas. “As pavimentações melhoraram a vida das pessoas, mas também tem o lado de que as nossas ruas estão mais propícias para, quem tem o intuito, correr de carro. Eu sempre defendi a colocação de sinaleiras e sei que o prefeito está pensando nisso”, disse.
Aldo Gregory (Progressista) falou sobre a necessidade de quebra-molas em várias ruas do município. “Me falaram que é R$ 13 mil um quebra-mola, então dez dariam R$ 130 mil. É um investimento alto, mas é válido pela preservação da vida das pessoas”, considerou.
Felipinho (PSB) falou sobre as malas de concreto instaladas na avenida Lautert Filho. “Infelizmente tem que se fazer isso pela falta de respeito no trânsito, mas também é perigoso, porque se dá um acidente de moto, alguém pode bater a cabeça ali”, alertou.

Contra a volta do esporte coletivo

Em mais de uma vez na tribuna, José Harry (PDT) manifestou-se contrário à volta do esporte coletivo. “Para mim é uma insanidade. Futebol é contato, é transpirar na cara das pessoas. Aí eu dou razão para o presidente Bolsonaro, porque, se liberou o futebol, pode liberar a Copa América também”, disse.
Felipinho (PSB) falou que discordou do governo do Estado quando liberou o esporte e empurrou a decisão para os prefeitos. “O André tomou muita pressão porque os outros começaram a liberar. O esporte coletivo é importante, mas hoje a principal causa que a gente tem que lutar é pela saúde”, considerou.

Falta de parada de ônibus

Sérgio Pereira (PDT) considerou que há falta de abrigos adequados para a espera de ônibus no Rincão São José. “Eu passo e vejo a quantidade de pessoas, gente que trabalha na Zanc, às vezes tem 15 numa parada e não tem cobertura”, comentou.

O acidente de Mariante

O vereador Leandro Mariante (PT) disse que esteve na secretaria estadual de Obras nesta semana, junto com o assessor da Câmara de Taquari, Gustavo Costa. Segundo o vereador, ao sair do local onde debatia assuntos de interesse de Taquari, notou que o carro do assessor estava com toda lateral arrancada por um acidente de trânsito. Ele disse que o conserto custaria em torno de R$ 10 mil, mas como o veículo possui seguro terá que pagar a franquia. “Esta casa fez uma modificação na diária, dizendo que o valor era demais para se deslocar. É o segundo acidente que tenho como gestor público e aí eu acho legal a ideia do vereador Aldo de ressarcimento de despesas, talvez assim pagassem o conserto do carro. Não ia resolver meu problema a diária normal, mas eu também não faço demagogia. Então toda vez que eu sair, pegarei diária e ressarcimento de combustível, porque eu não tenho vergonha do meu trabalho”, falou. Mariante também relatou que protocolará requerimento para viagem a Brasília. “Não tem problema se eu tiver cinco votos contra, mas o meu trabalho eu vou tentar fazer”, disse.

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