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Taquariense consegue autorização para importação de Canabidiol

O uso do Canabidiol, composto químico extraído da planta Cannabis Sativa, popularmente conhecida como maconha, foi autorizado pela Anvisa ao morador do Rincão São José, Fernando Eduardo Borba da Silva, 12 anos. Segundo a mãe, Lisiane Borba, a família buscava autorização para importação do medicamento, comercializado no Uruguai, desde outubro de 2019, quando o menino sofria com cerca de 60 convulsões por dia, decorrentes da síndrome de Lennox (epilepsia crônica pediátrica).
A doença foi diagnosticada no ano passado no taquariense, que também tem outros problemas neurológicos, como hidrocefalia e paralisia cerebral. As convulsões se intensificaram a partir de julho do ano passado. De acordo com a mãe, as crises de Dudu são semelhantes a espasmos. “Cada convulsão dessas é a queima de um neurônio, que pode afetar alguma coisa. E ele começou a ter crises mais fortes, começou a perder o sentido e isso passou a nos assustar. A gente percebeu que ele começou a regredir em muita coisa que ele já tinha ganhado, se sentava no chão e não conseguia mais se levantar. Entramos em desespero”, lembra.
O tratamento com Canabidiol foi receitado por um neurologista e, junto às demais documentações necessárias, o pedido para importação do medicamento foi encaminhado pela família à Anvisa, que concedeu a autorização. Utilizando o medicamento há mais de um mês, a família nota significativa melhora em Dudu. As convulsões reduziram drasticamente e o menino chegou a ficar cerca de 30 dias sem nenhuma crise. De acordo com a mãe, nenhuma outra medicação havia dado resultado semelhante ao filho. “Ele parou com as tremedeiras que tinha com o outro remédio, a gente nota que o cognitivo dele está bem alerta, ele entende tudo que a gente fala, já ganhou bastante. Temos que ir com calma, ainda é cedo para atribuir tudo ao remédio, mas estamos muito felizes. O nosso objetivo é que ele pare com as outras medicações, mas isso acontece aos poucos”, contou. Para Lisiane e a família, não houve nenhuma resistência em relação ao tratamento com o medicamento feito à base do composto químico da maconha. “Se tu vê o teu filho numa situação dessas, sente na pele, eu acho que nenhuma mãe terá preconceito, tu vai tentar de tudo para dar qualidade de vida a ele. E na minha família todo mundo quer ver ele bem, estão fazendo vaquinha para ajudar a comprar a medicação”, relata a mãe.
O remédio utilizado pelo taquariense é comprado em farmácias do Uruguai. O custo é de cerca de R$ 600 a dose e o garoto precisa utilizar dois frascos por mês. Além do valor do remédio, a família precisa arcar com o deslocamento até o país vizinho, a cerca de 500 quilômetros de Taquari.
Embora a venda de medicamentos à base de Cannabis tenha sido autorizada no Brasil em dezembro do ano passado, a situação ainda não está totalmente regulamentada. A norma deve entrar em vigor nos primeiros meses de 2020, quando os medicamentos devem ser disponibilizados nas farmácias do país. A estimativa é de que 13 milhões de brasileiros sejam beneficiados pela lei.

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