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As cinco décadas de uma eletrotécnica

Está localizada na Rua Othelo Rosa, número 507, a eletrotécnica Araújo. A empresa iniciou há mais de 50 anos, com Nivaldo Fritz Martins, 78 anos, que trabalhava em um turno como professor em Paverama. Como tinha tempo disponível e um curso de eletrotécnica feito por correspondência, Nivaldo passou a fazer as instalações elétricas e consertos de aparelhos.
“Instalava bomba e consertava aparelhos dentro de casa”, lembra. Anos mais tarde, quando retornou para Taquari, continuou o trabalho de professor e abriu a oficina com o nome de eletrotécnica Martins, localizada na Osvaldo Aranha (próxima ao INSS). Naquela época, ele recebia as demandas da Loja Eloy Kern. Nivaldo recorda que consertava predominantemente ventiladores e enceradeiras. “Aqui em Taquari era eu que trabalhava praticamente sozinho. Tinham outros que consertavam rádio, geladeira e televisor. Não tinham as máquinas da construção civil”, diz. Após a aposentadoria como professor, Nivaldo seguiu com a empresa por mais 17 anos. Quando decidiu parar com a atividade profissional de vez, vendeu para um dos seus prestadores de serviço, Rodrigo de Oliveira Rosa, 43 anos. A empresa passou a ter o nome de Eletrotécnica Araújo, uma referência ao apelido que Nivaldo deu a Rodrigo por causa do sobrenome do seu sogro, Erni Araújo. “O Nivaldo me apelidou de Araújo e daí todos me chamam assim, mas Araújo é o meu sogro e como me conhecem como Araújo, ficou esse nome”, conta. A empresa completará, em novembro, nove anos sob o comando de Rodrigo, que iniciou os estudos através de curso por correspondência e, na época do quartel, atuou nesta área. O empresário concilia a atividade com o trabalho de Técnico em Segurança na empresa Motasa. Para manter a oficina no período que está na empresa, ele conta com a ajuda da mãe, Maria Conceição de Oliveira, e do sogro Erni Araújo, que recebem e entregam os produtos.
Rodrigo conta que a demanda pelo conserto de aparelhos acompanha ciclos da economia. Quando comprou a empresa, tinha muito trabalho. Com a facilidade do crédito, diminuiu a procura pois era mais fácil comprar um aparelho novo. Agora com a recessão econômica, aumentou a busca por conserto. “As pessoas têm procurado mais. Muitas vezes aparece um cliente com aparelho cheio de poeira, que tava guardado há tempo e quer consertar porque na loja é mais caro, e sem contar que os aparelhos têm uma qualidade inferior aos mais antigos”, compara Rodrigo.
Atualmente, a maior procura é por consertos de forno e micro-ondas e as ferramentas elétricas. “Tem semanas que chegam a entrar até 15 fornos para arrumar”, comenta. Quando a empresa iniciou, os ventiladores eram a maior procura. Hoje, no entanto, a empresa não presta mais este serviço. “Não compensa porque dá muito retrabalho e o conserto é barato”, conta.
A Eletrotécnica Araújo funcionou nas Ruas Osvaldo Aranha (próximo ao INSS), na General Osório (abaixo do Correio), retornou para a Osvaldo Aranha (perto da Corsan) e atualmente está na Othelo Rosa.
Para o futuro, a intenção é ter uma sede própria e espaço amplo para investir na venda de peças de eletrodomésticos.

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