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Taxistas pedem providências quanto ao transporte clandestino

Cerca de 10 taxistas reuniram-se na manhã da terça-feira, 16, na Câmara de Vereadores, com o presidente Vânius Nogueira (PDT), fiscais da prefeitura e a Brigada Militar. Eles solicitaram a reunião para reivindicar providências do poder público quanto ao transporte clandestino de passageiros.

Representando a classe, Cleo Pereira falou sobre as obrigações dos taxistas regularizados, tanto com a prefeitura quanto com a Justiça. “A prefeitura tá deixando de receber imposto. A nossa Lei é boa, mas precisa ser cumprida. Queremos apoio, socorro. Procuramos trabalhar certinho, mas tem que ter alguém que nos apoie”. Eles relataram que muitos se passam por motoristas de aplicativo, mas divulgam número de telefone. “Uber é aplicativo, muitos atendem telefone”. Situações como as supostas caronas com as compras do supermercado também foram citadas. A corrida do Santuário da Assunção até o Centro custa R$ 24 conforme a tabela da prefeitura. E alguns clandestinos cobram R$ 13. “É fácil, ele não paga imposto, não paga nada”. Foram citados nomes de alguns motoristas que transportam passageiros sem possuir a licença para táxi. Para Pereira, se não for tomada alguma atitude para combater, a tendência é encerrar o serviço. “Se continuar assim, em cinco anos não vai precisar mais os táxis em Taquari. Os senhores vão precisar e não vai ter quem chamar porque o pessoal vai entregar as placas”, afirmou.
O tenente da Brigada Militar, Márcio Dias da Silva, disse que a Brigada Militar não deixa desamparado nenhum cidadão. “Os senhores pagam impostos e estão licenciados. A Brigada Militar junto do Executivo tem que se reunir e ver o que pode ser feito. A fiscalização só pode agir em dois momentos: se tiver flagrante e se o próprio passageiro disser que está ocorrendo o frete. Mas muitas vezes o freteiro vai chegar no cliente e pedir para não falar, principalmente na frente da Brigada ou da fiscalização. Vai ser difícil”. O tenente disse ainda da necessidade de os motoristas de passageiros fazerem o curso de reciclagem e de estarem com todas as identificações de táxi, conforme exige o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Para atuar pelos aplicativos, é necessário o licenciamento da prefeitura. “Essa reunião é um ponto de partida, até mesmo para modificar a legislação municipal se for necessário futuramente”, explicou.
Os fiscais da prefeitura disseram que recolheriam a demanda dos taxistas e levariam ao Executivo. Uma reunião deverá ser realizada entre os taxistas e o Executivo para encaminhar as providências.

Motoristas dizem ter empresa para fazer transporte de passageiros

Os motoristas Fabiano da Rosa e Marcos Silva dos Santos procuraram o jornal O Fato para falar sobre o trabalho no transporte de passageiros. Eles souberam que seus nomes foram citados na reunião na Câmara de Vereadores e justificaram que possuem empresas licenciadas pela prefeitura, desde março deste ano, para transporte rodoviário coletivo de passageiros sob regime de fretamento municipal, tendo como atividade secundária o serviço de entrega rápida e o transporte rodoviário coletivo de passageiros sob regime de fretamento intermunicipal, interestadual e internacional. “Não dirijo táxi, meu carro é normal, não tenho aplicativo nenhum de transporte. É o mesmo serviço que a Tibiquari (coletivo urbano) tem e de coleta e entrega. Eles tão denunciando a gente por transporte clandestino, se tenho alvará da própria prefeitura como uma empresa de transporte”, disse Fabiano. Ele justifica ainda que ,quando entrou com o pedido para abertura da empresa, já objetivava o transporte de passageiros. “Não interessa se em um carro, uma van, um ônibus”, acrescenta.
Eles dizem para os clientes entrar em contato, divulgam número do telefone através das redes sociais. Os motoristas disseram ainda que procuraram a Brigada Militar para justificar a regularidade do trabalho. Também questionam o fato de não haver processo de licitação para novos proprietários de placa de táxi. “A concessão de serviço de táxi é através de licitação. Nenhum dos taxistas que são donos de placas hoje participaram de licitação”, afirma Fabiano, completando que trabalharam como taxistas mas pararam porque não conseguiam mais pagar o aluguel da placa. “Tivemos a ideia de abrir uma microempresa e pedir essa licença para a prefeitura”, disse Marcos.
O jornal O Fato questionou a prefeitura quanto à situação, mas a assessoria de imprensa informou que não seria possível responder os questionamentos nessa semana.

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